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LUIZA

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Depois do sucesso da Bienal, Cuca da UNE prepara novas ações

  O Circuito Universitário de Cultura e Arte (Cuca da UNE) foi quem organizou, no começo de fevereiro, a 9ª edição da Bienal da entidade, o maior festival estudantil da América Latina, que reuniu mais de 10 mil pessoas e mais de 200 atrações no Rio de Janeiro. Criado em 2001, o Cuca funciona como uma rede de iniciativas culturais pelas universidades do país, potencializando o trabalho de jovens artistas e o diálogo com outras expressões da cultura popular.

                                               Coordenadores do Cuca da UNE, os “cuqueiros” Mesmo após todo o grande trabalho da Bienal, os cuqueiros não terão “refresco” em 2015 e já começaram a preparar as próximas atividades do ano. A direção executiva do circuito se reuniu no dia 12 de fevereiro, pouco antes do Carnaval, no Rio de Janeiro. Segundo a diretora de Cultura da UNE, Patrícia de Matos, uma das resoluções do encontro foi a de dar extensão à produção artística da Bienal.
  “Vamos colocar em circulação tudo aquilo que se encontrou no festival. A proposta é realizar uma série de iniciativas a partir dos estudantes, nas universidades, em todas as linguagens”, explica. Ela adianta que parte desse trabalho deverá ser canalizado para o Congresso da UNE, previsto para o final do primeiro semestre:  “Convidaremos os artistas universitários da Bienal para ocupar esse espaço e colocar mais uma vez as produções artísticas estudantis em contato com o movimento social e com a cena cultural da cidade que sediará o Congresso”.
Prêmio Eduardo Coutinho

  Bem antes disso, em abril, o Cuca lançará o edital de um prêmio cultural em homenagem ao cineasta Eduardo Coutinho, que já foi um dos homenageados da Bienal. Até dois meses após o Congresso da UNE, deverá ser realizado o Seminário de Gestão do circuito, com a finalidade de criar um plano de ações, cronograma e uma nova proposta de regulamento para a Bienal.
  A coordenadora de Finanças do CUCA, Bárbara Cipriano acredita que uma das prioridades é a criação de um plano de gestão “participativo, que contemple e dinamize a rede de estudantes”. Já o coordenador de Audiovisual e Comunicação, Rodrigo Morelato, lembra que a atuação do CUCA neste período pode ser fundamental para o fortalecimento das lutas do movimento estudantil em geral: “Vivemos um período no qual a possibilidade de resistir e se expressar através da cultura é fundamental”, ressalta.

Fonte: UNE

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