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LUIZA

terça-feira, 31 de março de 2015

Fim de doações privadas


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Durante participação em Fórum que debateu a reforma política, nesta segunda-feira (30), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, cobrou o voto do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que pede o fim de doações privadas em campanhas eleitorais.
"É importantíssimo que se faça justiça, que o STF julgue, conclua sua votação e diga qual é sua opinião em relação à constitucionalidade sobre o tema. Hoje, há uma posição majoritária (do Supremo) já manifestada e é evidente que existe uma expectativa da sociedade brasileira de que o ministro Gilmar Mendes devolva sua opinião de forma que possa haver o acórdão, que possa haver a conclusão da manifestação do STF", disse o ministro durante o Fórum.
A ação, que tem ganhado força a partir dos esforços da Coalizão em defesa da Reforma Política Democrática, já havia recebido seis votos favoráveis e um contra dos 11 integrantes do Supremo – em defesa do financiamento público de campanha – quando Gilmar Mendes pediu vistas do processo, que na próxima quinta-feira 2 completará um ano parado na corte.
Rossetto ainda destacou que o país vive um outro momento e sugeriu que é preciso pensar "uma outra democracia", na qual as eleições não dependam dos recursos de grandes grupos empresariais, a exemplo de países França, Portugal e Canadá. "Nós temos que pensar campanhas mais baratas, mais austeras."
Ao final ele referendou posição contrária ao voto distrital e defendeu o aumento da participação feminina no processo eleitoral.

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