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LUIZA

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Chame uma deputada para a briga no plenário da Câmara e veja quão furiosa ela pode ficar

A Câmara dos deputados não é o lugar mais espaçoso do mundo. Esbarrões ali, esbarrões aqui e uma hora alguém pode se irritar.


Pois foi em clima tenso, ontem, durante a votação do texto-base da MP 665, que interfere no abono salarial, seguro desemprego e seguro-defeso, que uma confusão surgiu.
Enquanto o deputado Orlando Silva, do PCdoB-SP, se manifestava, ele sentiu um leve toque do deputado Roberto Freire (PPS-SP) pelas suas costas. Silva, que parece ter uma hipersensibilidade nas costas e não gosta de ousadia disse:
"Não toque em mim, não toque em mim".

Mas em espaços apertados a confusão se alastra rápido e a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), pertinho dos dois, dedurou Freire e disse que ele a teria empurrado.
Os microfones da Câmara têm açúcar. Logo Alberto Fraga (DEM-DF) tomou a palavra para dizer a célebre frase:
“Mulher que bate como homem, tem que apanhar como homem também".


Boa sorte com isso...
Deputadas pediram ao presidente Eduardo Cunha para que retirassem aquelas palavras dos anais, caso contrário, elas o denunciariam à Comissão de Ética [sim, existe uma!], mas Eduardo Cunha...
Bem... Continuou sendo o Eduardo Cunha de sempre...


Como sempre dizem, mulheres unidas jamais serão vencidas. Então, um coro de mulheres e deputadas puxaram:
" A violência contra a mulher não é o Brasil que a gente quer "...


Publicado por Matheus Galvão

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