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LUIZA

segunda-feira, 29 de junho de 2015

ME RENDO A ILHÉUS

Clélio Fidelis da Paixão
É muito fácil se dizer que Ilhéus é mal tratada, muito comum se falar do descaso dos poderes constituídos; os críticos ganham destaque, porquê “sentar a pua “ em alguém , é mais fácil que se reunir para ajudar a consertar. A história diz que o espírito egoista de outrora, ainda existe nas mentes de quem já não é mais poderoso da principal cultura regional. Por conta disso , muito pobre, ainda hoje, procura imitar aqueles que se diziam ricos, ostentando os mesmos palavreados que não vão mais a lugar nenhum. A população de Ilhéus usa certas restrições, só para aparecer. A maioria não cumpre o seu papel de cidadão: Leva seu cachorro para defecar nas vias públicas, deixa entulho nas portas, joga lixo e pedaços de móveis nas ruas, arranca flores de quem cultiva certos jardins, quebra os telefones públicos, mas não se sabe para que. Sequer respeita os sinais de trânsito nem filas, e é muito indelicada com servidores que lidam com o público. Comete o cúmulo de dar informações distorcidas a visitantes. Isso tudo, significa ausência de espírito de cidadania. De mentalidade “escura”, nossa comunidade se esquece do lado bom desta terra, que com política ou sem administração compatível ILHÉUS POSSUI:
Um imenso sítio histórico, com registros de fatos concretos que compreendem a importação de pedras do calçamento da Lavigne de Lemos , até a construção da Igreja de Sant´Ana no R.do Engenho. Dos trilhos e locomotivas a vapor, vindas da Europa,que os Gov. Militares extinguiram. Pena que o mesmo espírito crítico ,já citado, não conservou, nem preservou aquela “Maria Fumaça” que jogada no pátio do DETRAN, deixaram a ferrugem acabar. As escolas tradicionais, com excessão da Afonso de Carvalho que a desavença de família , fez com que desvirtuassem a respectiva destinação. O ciircuito de memória,composto pelos nove museus da cidade, só não presta para os críticos que aquí moram. Teatro Municipal, nunca foi dado a importância que merece. O pier de atracação da Cidade Nova é notável, ainda hoje. Tantos edifícios que se erguem a cada ano ,tem grande significado. A parceria com empresas, na revitalização de praças e jardins, tem dado grandes resultados à população.. Não sei por que, tanta gente assiste ao desfile cívico do sete de setembro e não dá ênfase ao sentimento nativista e de cidadania como é necessário. . O transporte coletivo é muito bom e propicia melhor mobilidade urbana que o das principais capitais. Duas Universidades, inúmeras faculdades independentes, também merecem registro. A Festa do Cacau, em versão moderna, não se pode classificar como qualquer evento, tendo em vista sua envergadura no âmbito Internacional.
Êsse nosso enaltecimento não tem nenhum objetivo de esconder as realidades que a cidade anseia.
ME RENDO A ILHÉUS, porquê aquí tem cultura , tem progresso , só falta a conscientização de que não se pode ignorar o que temos de bom.
PARABÉNS ILHÉUS "minha cidade , minha terra , meu orgulho , meu amor."

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