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LUIZA

sábado, 25 de julho de 2015

Itabuna apoia 5ª Marcha das Margaridas à Brasília

Mulheres representantes dos 19 municípios que integram aa base sindical da Federação de Trabalhadores na Agricultura do Estado da Bahia (FETAG-BA) participaram, na manhã de hoje, em Itabuna da reunião preparatória para a 5ª Marcha das Margaridas 2015, que nos dias 11 e 12 de agosto vai à Brasília. Entre as propostas da pauta estão: combate à pobreza, enfrentamento da violência contra as mulheres, defesa da soberania alimentar e nutricional e construção de uma sociedade sem preconceitos de gênero, de cor, de raça e de etnia, sem homofobia e intolerância religiosa.
Ao prestigiar o evento, o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Lanns Almeida Filho, disse que a Prefeitura não poderia deixar de apoiar a Marcha por sua importância para as políticas públicas voltadas às mulheres e ao segmento rural. A expectativa é que em cada município duas delegadas sejam eleitas, completando o quadro de 38 mulheres que representarão as regiões sul, extremo-sul e sudoeste baianos. “Este evento demonstra a força da mulher no campo e na cidade com participação ativa na construção das políticas públicas”, afirmou.
Até às 14 horas as participantes tiveram palestras sobre a agricultura familiar, sob a responsabilidade do Centro Público de Economia Solidária (Cesol), e importância da mulher na política ministrada pelo vereador e presidente da Câmara de Vereadores, Aldenes Meira. De acordo com a secretária de Mulheres da FETAG-BA, Maria Cristina Vitória, a construção da Marcha das Margaridas 2015 também debateu a realidade, as necessidades e anseios das comunidades rurais e municípios, aprofundando a reflexão sobre os problemas enfrentados pelas mulheres.
“Vamos estabelecer e consolidar parcerias e, com nossa capacidade organizativa, vamos traduzir nossos problemas em propostas de mudanças para uma vida digna no campo e na floresta”, disse a sindicalista. Segundo ela, neste ano, as Margaridas de todos os cantos do País vão ocupar nossos municípios, as capitais estaduais e Brasília acreditando que é possível construir um Brasil soberano, sustentável, mais democrático, justo e igualitário na cidade e no campo”, pontua.

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