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LUIZA

quarta-feira, 29 de julho de 2015

SALÁRIOS DOS PRESIDENTES AFRICANOS - CABO VERDE ENTRE OS MENORES

Jorge Carlos Fonseca, presidente de 
Cabo Verde, entre os que ganham menos
africa21digita, com agência
Praia - O presidente cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, é um dos líderes com salários mais baixos em África, auferindo um vencimento anual de cerca de US$ 20 mil dólares , noticiou a imprensa local.
Segundo um estudo publicado pela revista Africa Review e citado pelo jornal queniano Daily Nation, apenas os presidentes da Tunísia (US$16.400 dólares americanos/ano), do Senegal (US$ 14.941), do Uganda ( US$ 13.000) e da Serra Leoa (US$ 12.000) auferem salários inferiores ao chefe do Estado cabo-verdiano.
A notícia, retomada esta terça-feira pela edição online do jornal cabo-verdiano "Expresso das ilhas", acrescenta que com o salário anual de US$ 20.016 dólares , o presidente Jorge Carlos Fonseca tem um rendimento 3,2 vezes superior ao cidadão comum cabo-verdiano, tendo em conta o cálculo feito entre seu o vencimento e o Produto Interno Bruto (PIB) per capita do arquipélago.
A lista dos chefes de Estados africanos mais bem pagos é liderada pelo presidente dos Camarões, Paul Bya (US$ 610 mil dólares americanos/ano), seguido pelo rei Mohamed IV de Marrocos (US$ 480 mil) e pelo presidente da África do Sul, Jacob Zuma (US$ 272 mil).Segundo o estudo, o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, aufere um salário de US$ 81.075 dólares anuais, enquanto o seu homólogo moçambicano, Filipe Nyusi, recebe US$ 47 mil dólares.
Os presidente de São Tomé e Príncipe, Manuel Pinto da Costa, e da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, não figuram no ranking, enquanto em relação ao presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, o estudo aponta que "não foi possível estabelecer qual o seu verdadeiro salário".
O estudo citado pela imprensa aponta que "nem todos os presidentes africanos são brutos sequiosos de poder" e indica o caso de Jorge Carlos Fonseca que "vetou uma lei (Estatuto dos Titulares de Cargos Políticos) que previa aumento do vencimento do chefe de Estado na ordem de 64 porcento, o que implicava também aumento na mesma proporção dos salários dos restantes titulares de cargos políticos e magistrados, cujos vencimentos estão indexados ao do Presidente da República". Panapress

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