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LUIZA

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Itabuna solicita rapidez para que obras da barragem do Rio Colônia sejam iniciadas

Maior rapidez para que as obras de construção da barragem do Rio Colônia sejam iniciadas e a cidade tenha segurança hídrica, principalmente em períodos de prolongada estiagem como a que atualmente se verifica, como consequência do fenômeno El Nino, que neste ano tem sido severo. Este foi um dos pedidos apresentados pelo prefeito de Itabuna, Claudavane Leite, ao secretário estadual de Relações Institucionais, Josias Gomes, em audiência na manhã de hoje, acompanhado do prefeito de Ibicaraí e presidente da AMURC, Lenildo Santana, presidentes da Emasa, Ricardo Campos, e da Câmara de Vereadores, Aldenes Meira.
Vane fez um relato dos efeitos da seca que tem causado enormes dificuldades para a captação de água nos mananciais dos rios Colônia, Salgado e Almada, que estão praticamente sem água devido aos 130 dias sem chuvas. O prefeito argumentou que a construção da barragem do Rio Colônia vai garantir a segurança hídrica de que tanto Itabuna necessita. “A empresa vencedora da licitação já implantou seu canteiro de obras no local”, disse o prefeito de Itabuna, que na Serin pediu o apoio do Estado para auxiliar Itabuna e toda região Sul neste momento de graves dificuldades de abastecimento d’água.
“Por meio do Decreto nº 11.443, de 2 de dezembro, fiz o pedido de reconhecimento de Situação de Emergência à Superintendência de Proteção e Defesa Civil do Estado (Sudec) em razão da estiagem prolongada que está afetando a região. A seca está prejudicando o fornecimento de água para abastecimento humano e também para a zona rural, impactando na produção agrícola, na pecuária e em empresas que dependem de água para produzir, o que tem levado à demissões”, explica Vane.
O prefeito Lenildo Santana, prefeito de Ibicaraí e presidente da Associação dos Municípios do Sul, Extremo-Sul, e Sudoeste da Bahia (AMURC) enviou no dia 8 deste mês correspondência ao governador Rui Costa pedindo providências para combater a seca prolongada, a exemplo de bombardeamento de nuvens, fornecimento de carros pipas, equipamentos para perfuração de poços, e construção de açudes e reservatórios de água.
“A situação é delicada porque os municípios da região não têm histórico de convivência com a seca. Por isso, nossas estruturas para preservação da água não são apropriadas para período de longa estiagem. Temos que nos compromissar com o abastecimento humano e evitar a perda da cobertura vegetal que protege as nascentes. Já há a ocorrência de incêndios em várias localidades, o que pode comprometer o abastecimento de água”, analisa o presidente da AMURC.

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