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LUIZA

quarta-feira, 29 de junho de 2016

CONSELHO DE ÉTICA INSTAURA PROCESSO E JAIR BOLSONARO EXPEDE NOTA ALEGANDO IMUNIDADE

O PROCESSO NÃO É SOBRE APOLOGIA AO ESTUPRO
Nesta terça-feira, 28, o Conselho de Ética da Câmara instaurou processo disciplinar sobre o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por quebrou de decoro parlamentar ao reverenciar o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido como torturador pela Justiça, durante a votação do processo de impeachment de Dilma Rousseff.
Para o PV, que fez a acusação, foi uma “verdadeira apologia ao crime de tortura no período da ditadura militar (1964-1985),
O PV reconhece que Bolsonaro tem “o direito de expressar suas preferências e simpatias”, mas ressalta que ele não pode “enaltecer crimes ou criminosos”.
Para piorar a situação de Bolsonaro, foram sorteados o nome do deputado Zé Geraldo do PT.

Veja a íntegra da nota de Jair Bolsonaro:
"Nota à imprensa
Trata-se de denúncia feita pelo Partido Verde(PV), um dos partidos de esquerda contumazes em apresentar representações contra parlamentares que os incomodam e que, por força do Regimento Interno, obrigatoriamente motivam a instauração de processo.
O assunto, por demais conhecido, foi a referência que fiz ao Cel Brilhante Ustra ao proferir meu voto na sessão de impeachment da Presidente Dilma e que, certamente, não deverá motivar qualquer sanção, já que se trata de opinião de parlamentar, proferida em plenário da Câmara dos Deputados.
A menos que os próprios Congressistas queiram dar munição àqueles que insistem em relativizar a imunidade parlamentar assegurada no art. 53 da Constituição Federal."

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