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LUIZA

terça-feira, 14 de junho de 2016

BRADESCO DEMITE 80 NA BAHIA ATÉ MAIO


É lamentável a política perversa do Bradesco. De janeiro a maio de 2016, o segundo maior banco privado do país demitiu 80 funcionários somente na Bahia. O montante é 60% maior do que as exclusões realizadas em igual período em 2015. No ano passado, foram dispensados 48 trabalhadores.
 Em âmbito nacional, foram extintos 1.466 postos de trabalho no primeiro trimestre. Os dados do Sindicato dos Bancários da Bahia expõem ainda que a rotatividade é a principal causa dos cortes no banco.
 De janeiro a maio, a maioria dos demitidos no Estado tinha mais de 50 anos (46,3% dos casos), mais de 20 anos de carreira (51,3%) e com rendimento médio acima de R$ 5.500,00 (32,5%). Enquanto que, em 2015, os percentuais foram de 14,6%, 16,7% e 14,6%, respectivamente.
 O economista Vinícius Lins ressalta que a prática é comum nos privados. "Há uma diferença enorme na remuneração dos admitidos e demitidos", conclui. Basta analisar as informações do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) de janeiro a abril.
 No período, a remuneração média dos contratados na Bahia foi 48,22% dos demitidos. Em números reais, os mais antigos recebiam, em média, R$ 5.244,15 e os recém-contratados, R$ 2.528,73.
 Em Itabuna, uma bancária foi demitida na semana passada. No Encontro Nacional dos Funcionários do Bradesco, em São Paulo, foi aprovado como mote principal a manutenção do emprego e o fim das demissões. (SBBA)

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