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LUIZA

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

BRADESCO 239: ASSÉDIO MORAL É BRA!

Não é de se admirar que a busca por alcançar lucros cada vez mais altos, acabe cegando os gestores dos bancos no país. Entretanto, quem ‘paga o pato’ é o bancário que, mesmo salvaguardado através do direito de greve, tem que atender às demandas das instituições.O Bradesco é o exemplo clássico da usura desmedida. Com mais de 8,274 bilhões de lucros no primeiro semestre, o banco tenta burlar a greve dos bancários de todas as formas. Além de deslocar seus funcionários para os Postos de Atendimento Bancário (PABs) em outros municípios, estipula que seus funcionários façam serviços externos, além de pressionar a entrada dos bancários nas agências depois do horário do expediente.
A preocupação com a segurança do empregado fica em último caso, mas a ânsia de lucrar “cega” e corrompe os gestores do banco. Um absurdo.
Os diretores do Sindicato presenciaram ontem (13), um verdadeiro espetáculo de assédio moral por parte da gerência do Bradesco 239. Com direito a ameaças, o gestor da agência exigia o cumprimento das metas mesmo os bancários estando em greve.
A superintendência será informada do caso e medidas protetivas ao trabalhador serão tomadas imediatamente. O Sindicato não tolera assédio moral em hipótese nenhuma.
Na mídia, “Tudo de BRA pra você” é o lema do banco. Respeitar o empregado, também, deveria ser BRA!

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