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LUIZA

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Da prisão para Câmara: Suplente de ministro assume vaga de deputado

   Poucos dias depois de sair da prisão, o suplente do ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-PR) na Câmara, Osmar Bertoldi (DEM) assumiu o cargo de deputado federal. Ele foi preso em fevereiro deste ano, após ser acusado de agredir a ex-noiva. No dia 27 de outubro, ele foi solto. Na última terça-feira (1o/11) assumiu o cargo. Segundo o advogado, ele foi absolvido das denúncias. Poucos dias depois de sair da prisão, o suplente do ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-PR) na Câmara, Osmar Bertoldi (DEM) assumiu o cargo de deputado federal. Ele foi preso em fevereiro deste ano, após ser acusado de agredir a ex-noiva. No dia 27 de outubro, ele
foi solto. Na última terça-feira (1o/11) assumiu o cargo. Segundo o advogado, ele foi absolvido das denúncias.
  Bertoldi era o primeiro suplente de Barros, na coligação eleita em 2014. Quando Barros assumiu o ministério da Saúde, Bertoldi já estava preso e não pode assumir. À época, a Câmara dos Deputados convocou o segundo suplente da coligação, Reinhold Stephanes (PSD-PR). Como Stephanes também assumiu cargo no secretariado do governador Beto Richa, entrou o terceiro suplente, o deputado em exercício Nelson Padovani (PSDB-PR).
  Com a nomeação, Bertoldi passará a ter prerrogativa de foro, ou seja, só poderá ser julgado por eventuais crimes pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Denúncia e prisão

Osmar Bertoldi foi preso em 24 de fevereiro no Centro de Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. Segundo a Polícia Militar (PM), ele era procurado pela Justiça desde 1º de dezembro de 2015 por, ao menos, cinco crimes contra a ex-namorada.
  Bertoldi foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) depois que a ex-companheira relatou uma série de agressões e cárcere privado com a ajuda de três funcionários do ex-deputado durante cinco dias. Além disso, ainda de acordo com a polícia, ele teria oferecido uma quantia milionária para que a mulher não o denunciasse à Justiça.
  De acordo com a juíza Taís de Paula Scheer, as absolvições ocorreram por falta de provas suficientes para condenação e por ter se esgotado a pretensão punitiva pelo delito de desobediência, uma vez que Bertoldi já está preso.  
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