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LUIZA

domingo, 15 de janeiro de 2017

BRASIL ESTÁ ENTRE AS DEZ NAÇÕES QUE MAIS AUMENTARAM O SEU NÚMERO DE MILIONÁRIOS – VEJA COM MARCIO ALAOR


(DINO)
A atual crise econômica brasileira não é novidade para ninguém. Segundo um estudo divulgado na Suíça no mês de novembro, a renda média dos brasileiros, calculada em dólares, foi reduzida em um terço desde 2011. O que tem contrastado com esse cenário, no entanto, são dados divulgados pelo segundo maior banco da Suíça, o Credit Suisse, destaca o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor – de acordo com o banco, 11 mil novos brasileiros estão na lista de pessoas detentoras de fortunas com mais de US$ 1 milhão.
Um dos fatos mais impactantes nisso tudo, é que esse número colocou o Brasil entre as dez nações com maior crescimento de milionário no último ano. A primeira da lista é o Japão, foi ele, entre todos os países, quem teve o maior aumento no número de milionários este ano – o acréscimo foi de 738 mil novas pessoas, totalizando 2,8 milhões de milionários para a terceira maior economia mundial, cita Marcio Alaor.
No Estado Unidos, primeiro na lista das maiores economias do mundo, esse número total de milionário já chega a 13,5 milhões. A China, porém, apesar de segunda maior economia mundial, com um total de 1,5 milhões de milionários, perdeu 45 mil pessoas nessa categoria. Na Alemanha, que está em quarta posição no ranking das maiores economias, o total de milionário é de 1,6 milhões. A nível de curiosidade, o Brasil, atualmente, ocupa a nona posição no ranking das economias.

Em âmbito mundial, o empresário Marcio Alaor noticia um aumento de 596 mil novos milionário de 2015 para 2016 - ou seja, o total de pessoas nessa classe passou de 32,3 milhões para 32,9 milhões.
Isso tudo, entretanto, significa maior concentração de riqueza, explica Marcio Alaor, já que, de acordo com os dados, a desigualdade econômica segue em crescimento. Observa-se um acúmulo de mais de 50% do dinheiro mundial nas mãos de cerca de 1,0% da população. Conforme ilustram os dados do levantamento feito pelo banco Suíço Credit Suisse, o que gerou concentração de renda foi a crise mundial de 2008 – os mais ricos, nessa época, possuíam cerca de 45% da riqueza mundial, esse percentual subiu para 49,6% em 2015 e para 50,8% em 2016.

No Brasil, a forte desigualdade de renda também é uma triste realidade. O executivo Marcio Alaor ressalta que o Credit Suisse apontou que o país tem 172 mil milionários e cerca de 245 mil adultos dentro da camada de renda representante de 1,0% do patrimônio mundial. O vice-presidente do Banco BMG reporta que para pertencer a classe de 1,0% mais rico, é preciso ter uma renda anual de US$ 744 mil. Em contraste a isso, 24 milhões de habitantes brasileiros vivem com renda anual inferior a US$ 249.

A população considerada mais rica do mundo

O povo mais rico do globo é o povo suíço. A renda média deles, por adulto, chega a US$ 561 mil – o percentual de milionários do país chega a 12%. Em relação ao ano 2000, isso significa um aumento de 142%. O número de ricos também subiu consideravelmente nos últimos 15 anos – as 12,4 milhões de pessoas em 2000 nessa categoria ganharam a companhia de outros 20 milhões de novos integrantes.

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