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LUIZA

segunda-feira, 15 de maio de 2017

GACC Sul Bahia capacita profissionais para detecção precoce de câncer infantil, em Jequié

O Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC) - Sul Bahia com apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Jequié e a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB (Campus Jequié), realiza durante os meses de março a junho deste ano, o projeto de Diagnóstico Precoce, intitulado “Detecção Precoce: o caminho mais curto para a cura”. A intenção é sensibilizar e capacitar os profissionais das Equipes de Saúde da Família no município, quanto aos principais sinais e sintomas do câncer infantojuvenil, e os cuidados necessários às crianças e adolescentes que estão em tratamento.
O projeto é desenvolvido em parceria com o Instituto Ronald McDonald (IRM) – e capacitará um total de 320 profissionais da atenção básica em saúde (estratégias de saúde da família): médicos, odontólogos, enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, agentes de saúde bucal, além de profissionais da secretaria de saúde. Este projeto já foi realizado nas cidades de Ilhéus, Vitória da Conquista, Porto Seguro, Eunápolis, Itabuna e Ipiaú.

De acordo com Maria Cecília Limoeiro, Coordenadora Técnica do Projeto, a prioridade é ampliar a informação: "Nosso objetivo é levar conhecimento às equipes de saúde da família e à população para que os casos de câncer sejam diagnosticados em estágio inicial, além de construir junto ao gestor SUS local, um fluxo de referenciamento ágil e eficaz para o encaminhamento dos casos suspeitos”. Ela ressalta ainda, a importância da parceria com o IRM para a "construção de uma rede de atenção oncológica, com amplitude suficiente para sustentar a diversidade e a complexidade das ações".

Dados do Ministério da Saúde apontam que na Bahia surgem 500 novos casos de câncer por ano, sendo que no Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima a ocorrência de 12.600 novos casos de câncer na faixa etária de zero a 19 anos em 2017. A chance de cura do câncer em crianças e adolescentes pode chegar a 85% se for diagnosticado em estágio inicial.

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