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LUIZA

sexta-feira, 14 de julho de 2017

SEMI-ESCRAVIDÃO

Muitos, tanto os que a defendem abertamente, como os incubados, costumam negar, mas o fato é que a reforma trabalhista, aprovada anteontem à noite, no Senado, impõe aos trabalhadores brasileiros, aqueles que vivem de vender a mão de obra, uma realidade própria ao semi-escravo. Como há o contrato entre patrão e empregado, não pode ser considerado escravidão, mas sem dúvida nenhuma estabelece condições análogas ao sistema escravocrata de produção. É o escravismo consentido pelo Estado. Tremendo retrocesso. (SBBA)

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