Paciente procura por estética, médico investiga a causa: quando os injetáveis podem ser indicados?
O que começa como uma queixa estética pode terminar em uma investigação médica. É cada vez mais comum que pacientes procurem clínicas por causa de queda de cabelo, unhas fracas, cansaço, alterações na pele, ganho de peso ou dificuldade para emagrecer. O que eles buscam, muitas vezes, é uma solução para aquilo que enxergam no espelho. O que o médico precisa descobrir, porém, é por que aquilo está acontecendo.
A diferença é importante em um momento de popularização das terapias nutricionais e dos tratamentos injetáveis. A ideia de que uma aplicação pode “repor vitaminas”, melhorar a disposição ou contribuir para mudanças estéticas criou uma demanda por soluções rápidas. Mas, segundo a Dra. Tatiana Jaber, médica que atua com terapia nutricional, o tratamento não deveria começar pela escolha do injetável, e sim pela investigação da necessidade do paciente.
“Na maioria das vezes, o paciente não chega dizendo que está com deficiência de determinado nutriente. Ele chega porque está cansado, porque o cabelo está caindo, porque ganhou peso ou porque alguma coisa mudou e está incomodando. Cabe ao médico investigar o que está por trás daquela queixa”, explica.
Isso significa que duas pessoas com exatamente a mesma queixa podem ter diagnósticos e tratamentos completamente diferentes. Uma queda de cabelo pode estar relacionada a uma deficiência nutricional em um paciente e ter outra origem em outro. Da mesma forma, o ganho de peso não significa automaticamente que exista uma deficiência que possa ser corrigida com reposição.
É nesse contexto que a terapia nutricional injetável precisa ser diferenciada de um procedimento meramente cosmético. A indicação depende de avaliação clínica individualizada e, quando necessários, exames complementares para identificar se existe uma deficiência ou outra condição que justifique a intervenção.
A escolha da via, oral, intramuscular, intravenosa ou subcutânea, também não deve ser determinada pela busca por um resultado mais rápido, mas pela necessidade clínica, pelas características do paciente, pela capacidade de absorção e pela relação entre riscos e benefícios.
A pergunta, portanto, não deveria ser “qual vitamina eu posso tomar ou aplicar?”, mas “por que estou apresentando esse sintoma e o que realmente preciso tratar?”.
É essa mudança de perspectiva que a Dra. Tatiana Jaber propõe ao discutir a crescente procura por terapias nutricionais. A estética pode ser a porta de entrada para o consultório, mas a indicação do tratamento precisa ser médica.
A diferença é importante em um momento de popularização das terapias nutricionais e dos tratamentos injetáveis. A ideia de que uma aplicação pode “repor vitaminas”, melhorar a disposição ou contribuir para mudanças estéticas criou uma demanda por soluções rápidas. Mas, segundo a Dra. Tatiana Jaber, médica que atua com terapia nutricional, o tratamento não deveria começar pela escolha do injetável, e sim pela investigação da necessidade do paciente.
“Na maioria das vezes, o paciente não chega dizendo que está com deficiência de determinado nutriente. Ele chega porque está cansado, porque o cabelo está caindo, porque ganhou peso ou porque alguma coisa mudou e está incomodando. Cabe ao médico investigar o que está por trás daquela queixa”, explica.
Isso significa que duas pessoas com exatamente a mesma queixa podem ter diagnósticos e tratamentos completamente diferentes. Uma queda de cabelo pode estar relacionada a uma deficiência nutricional em um paciente e ter outra origem em outro. Da mesma forma, o ganho de peso não significa automaticamente que exista uma deficiência que possa ser corrigida com reposição.
É nesse contexto que a terapia nutricional injetável precisa ser diferenciada de um procedimento meramente cosmético. A indicação depende de avaliação clínica individualizada e, quando necessários, exames complementares para identificar se existe uma deficiência ou outra condição que justifique a intervenção.
A escolha da via, oral, intramuscular, intravenosa ou subcutânea, também não deve ser determinada pela busca por um resultado mais rápido, mas pela necessidade clínica, pelas características do paciente, pela capacidade de absorção e pela relação entre riscos e benefícios.
A pergunta, portanto, não deveria ser “qual vitamina eu posso tomar ou aplicar?”, mas “por que estou apresentando esse sintoma e o que realmente preciso tratar?”.
É essa mudança de perspectiva que a Dra. Tatiana Jaber propõe ao discutir a crescente procura por terapias nutricionais. A estética pode ser a porta de entrada para o consultório, mas a indicação do tratamento precisa ser médica.
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