Dr. Marcelo Vieira é cirurgião oncológico com mais de 20 anos de atuação e referência em cirurgias ginecológicas minimamente invasivas. Idealizador do dispositivo Duda — aprovado pela Anvisa para preservar a fertilidade de mulheres com câncer do colo do útero — também é fundador do programa Metodologia Cirúrgica, que já formou centenas de profissionais em técnicas de precisão e eficiência operatória. Ex-chefe da Ginecologia Oncológica do Hospital de Amor (Barretos-SP), liderou o primeiro transplante robótico intervivos do Brasil e atua hoje na capacitação de cirurgiões em todo o país por meio de mentorias clínicas, cursos imersivos e desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas à saúde da mulher. 
Destaques da trajetória:
Dispositivo Duda: Criado por Marcelo Vieira para evitar o fechamento do canal endocervical após cirurgias no colo do útero, o Duda já é aprovado pela Anvisa e vem sendo estudado em ensaios clínicos com 240 pacientes. A tecnologia preserva o fluxo menstrual e amplia as chances de gravidez após o tratamento oncológico. Mentorias e formação de cirurgiões: Fundador do programa Metodologia Cirúrgica e do Cadáver Lab, Marcelo Vieira lidera iniciativas de educação médica para aprimorar a atuação de ginecologistas e cirurgiões pélvicos, com foco em técnicas de alta precisão, redução de complicações e melhora dos tempos cirúrgicos. Pesquisa clínica e SUS: Atua na interface entre inovação e acesso, com foco em tornar tecnologias como o Duda acessíveis via Sistema Único de Saúde. Defende o papel do aconselhamento reprodutivo como parte do cuidado oncológico e busca ampliar as possibilidades terapêuticas para mulheres diagnosticadas com câncer ginecológico. Contribuições sugeridas para pautas: Preservação da fertilidade em pacientes com câncer: Como cirurgias menos invasivas e dispositivos médicos estão possibilitando que mulheres mantenham o sonho da maternidade após o tratamento. Inovação em ginecologia oncológica: O impacto de tecnologias nacionais como o Duda no cuidado reprodutivo de pacientes oncológicas. Capacitação cirúrgica e educação médica de alta performance: A importância de mentorias técnicas, simulações cirúrgicas e formação prática para reduzir complicações e aprimorar resultados operatórios.
Desafios do acesso à tecnologia no SUS: O caminho entre o desenvolvimento de uma inovação médica e sua adoção em larga escala no sistema público de saúde.
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